remendo perfeitamente. “Eu não a conheço. Ela está me perseguindo online.”
O policial olhou para mim. “Senhora, posso ver sua identidade?”
Entreguei-a. Ele a examinou, depois me examinou, e então olhou para mamãe e Caroline como se tentasse conciliar a realidade com a confiança delas.
Mamãe nem pestanejou. “Falsa”, disse ela imediatamente. “Ela já fez isso antes.”
Algo dentro de mim se calou. Não era raiva — era algo mais frio. A constatação de que discutir só me faria parecer exatamente o que eles queriam: instável, desesperada, perigosa.