"Meu primeiro voo como piloto-comandante se transformou em um pesadelo. Depois de resgatar..."

A decolagem foi perfeita. Estávamos na altitude de cruzeiro quando a porta da cabine de comando se abriu repentinamente. Sarah, uma das comissárias de bordo, estava pálida e em pânico: "Robert, precisamos de você! Um homem está morrendo!"

Não hesitei. Mark assumiu os controles e eu corri para a cabine de comando. O homem estava encolhido no corredor, recuperando o fôlego. Ajoelhei-me ao lado dele e foi então que vi: uma marca de nascença cobrindo metade do seu rosto. Meu cérebro congelou por uma fração de segundo, mas o treinamento assumiu o controle.

Peguei-o no colo e iniciei a manobra de Heimlich. Na primeira tentativa, nada. Na segunda, o mesmo. Na terceira, golpeei com toda a minha força. Um pequeno objeto duro caiu da boca do homem. Ele caiu para a frente, ofegando com um sibilo prolongado. Aplausos irromperam na cabine, mas eu não ouvi nada. Encarei o homem que se virava para mim. Era ele, o da foto.

"Pai?" sussurrei. O homem olhou para o meu uniforme, depois para o meu rosto, e balançou a cabeça. "Não, eu não sou seu pai. Mas sei exatamente quem você é, Robert. É por isso que estou neste avião."

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